...Entao ele, muito chateado, resolve culpar e descontar em alguém, pega um resto de caneca quebrada, a alça mais especificamente, e lança como um dardo contra minha jugular.
Um grande corte. Um bucetão. Não para de jorrar sangue.
- Alguém! Ajuda! - desesperado, meio engasgado com o sangue.
As pessoas fogem, correm da confusão...
Entao, o responsável vem e diz: "Bem feito!". E vai embora.
Era o Tremendão, vulgo: Erasmo Carlos. Com seus cabelos brancos e cinzas até os ombros.
Sangro até a vista começar a escurecer. A morte. E não vejo saida, mas tento segurar o pescoço com as mãos... em vão.
Acho que deve ser agora...
Fim.