segunda-feira, 8 de junho de 2009

...Entao ele, muito chateado, resolve culpar e descontar em alguém, pega um resto de caneca quebrada, a alça mais especificamente, e lança como um dardo contra minha jugular.

Um grande corte. Um bucetão. Não para de jorrar sangue.

- Alguém! Ajuda! - desesperado, meio engasgado com o sangue.

As pessoas fogem, correm da confusão...

Entao, o responsável vem e diz: "Bem feito!". E vai embora.

Era o Tremendão, vulgo: Erasmo Carlos. Com seus cabelos brancos e cinzas até os ombros.

Sangro até a vista começar a escurecer. A morte. E não vejo saida, mas tento segurar o pescoço com as mãos... em vão.

Acho que deve ser agora...

Fim.